Devir perpétuo

Devir Perpétuo é extraído de negativos produzidos entre 2002 e 2003 na Mata Atlântica, em alguns locais do litoral e da serra no sul do Brasil. Editado durante a quarentena, em agosto de 2020 em Porto Alegre.

Este ensaio é consequência de um gesto de lembrar das recordações esquecidas em meus primeiros negativos. Registros que vislumbram para onde eu estava olhando há 17 anos atrás, quando tinha as primeiras experiências com a Ayahuasca. 

Relações biomiméticas e uma atenção as formas que se transferiam entre os fluxos, geografias e corpos.

 

Fotografia analógica 135mm 

2002 8 2020

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